Em sua fase inicial, a fábrica de ervas aromáticas Lariz, na cidade romena de Sovata, solicitou um micro-financiamento. Agora, eles já produzem 50 tipos diferentes de ervas.
Há dez anos, graças a um microcrédito, a empresa pôde modernizar suas instalações e hoje é uma próspera firma que exporta ervas aromáticas a outros países da União Europeia.
* Assista ao vídeo com narração e legendas em espanhol:
Fundada por Ioan Fazakas e Andrei Munteanu em 1995, a empresa recebeu três anos mais tarde uma injeção financeira de 30 mil dólares, concedida pela organização romeno-suíça de microcréditos FAER. Um empréstimo comum estava descartado, já que naquela época os bancos romenos cobravam juros de até 60%.
Com a morte do ditador Ceaucescu e de sua esposa Helena, em 1989, a Romênia sofreu uma mudança radical, e a partir de então a rígida economia centralizada foi substituída pelo livre mercado, uma mudança que permitiu oportunidades aos empresários, em geral com êxito.
”Já pagamos nossa dívida”, diz Munteanu, enquanto olha para o novo moinho recentemente adquirido pela empresa. No começo a Larix empregava cinco pessoas e atualmente são setenta.
Hoje a fábrica de ervas aromáticas deixou definitivamente para trás a era do microcrédito. Fazacas e Monteanu fazem negócios com grandes empresas europeias, como Biohorma e Weleda.
O diretor da Larix, Andrei Munteanu, reconhece que é difícil dizer se, sem o microcrédito, sua empresa teria alcançado as dimensões atuais, mas assegura que, “em todo caso, o microcrédito foi um valioso impulso inicial”.
* Este vídeo faz parte da série da RNW ‘Microcrédito: quem ganha?’





















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