O programa Trajetória de uma Obra traz uma entrevista com o pintor pernambucano João Câmara, que fala sobre o sonho realizado de poder ter levado a exposição do acervo de Eckhout ao Brasil.
João Câmara retrata Eckhout como o “percebedor” das raízes nacionais. “Na pintura de Eckhout há invenção, documento, magia, fantasia, mas todos sobre um controle racional”.
A entrevista aborda a pintura de Eckhout 365 anos depois (ou três séculos depois) sobre um ângulo documental, etnográfico, sociológico e ao mesmo tempo mágico.
Na segunda parte do programa, a historiadora de arte e uma das maiores conhecedoras da obra do pintor holandês, Elly de Vries, fala sobre a característica documental de Eckhout como um novo momento na revelação do que era o Brasil.
“Em meados do século de XVII a pintura de Eckhout traz informações da vida no novo continente de uma forma mais abrangente do que acontecia anteriormente”.
Elly aborda a trajetória de suas obras e explica como as pinturas de Eckhout se transformaram em tapeçarias que divulgaram a imagem do Brasil na Europa no séc XVII.












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