Destaques desta edição:
Holanda aprova boicote contra o Irã
'Rânia': Filme de Roberta Marques no Festival de Roterdã
Outros temas neste programa:
- Ciência
Cientistas em Israel desenvolveram uma maneira de usar imagens de satélite para ajudar agricultores a detectar pequenas variações climáticas e assim melhorar suas colheitas – um método que pode ajudar a aumentar a produção de alimentos em todo o mundo.
O novo sistema não analisa o clima e a topografia por grandes áreas de terra, mas as divide em pequenos microclimas. Desta forma, pode guiar os agricultores sobre quando é melhor semear, quando pulverizar pesticidas e até mesmo que cultura é mais adequada para cada campo.
A FAO, a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação disse que a produção mundial de alimentos terá que aumentar em 70% até 2050 para atender as necessidades de uma futura população estimada em 9,1 bilhões de pessoas.
Uma elefante do zoológico de Amsterdã é a primeira da Europa a usar lente de contato.
O olho da elefante asiática Win Thida começou a lacrimejar e ela já não conseguia abri-lo por causa da dor. A veterinária Anne-Marie Verbruggen foi chamada e um exame revelou que a córnea tinha sido danificada, provavelmente por um galho.
A veterinária conta que já pôs várias lentes de contato em cavalos, mas essa foi a primeira vez que realizou o procedimento num elefante. A veterinária precisou usar uma escada para chegar ao olho de sua paciente. A operação levou menos de uma hora e logo depois a elefante já parecia mais feliz, conseguindo imediatamente manter seu olho aberto com mais facilidade. Protegida pela lente de contato, a córnea machucada agora poderá sarar, diz a veterinária.
Win Thida, que tem 45 anos, é a matriarca dominante da manada do zoológico Artis, de Amsterdã. Sua vida teve início num campo de trabalho na Birmânia. Ela foi trazida para a Holanda em 1989, tendo mudado para seu atual endereço em Amsterdã em 2004, vinda do zoológico de Arnhem.
- Meio Ambiente
Segundo a ONU, a indústria mundial da pesca poderia aumentar seus lucros anuais em 50 bilhões de dólares se os estoques de peixe tivessem o tempo necessário para se recuperar e se produtores agrícolas deixassem de poluir as águas com excesso de fertilizantes.
32% dos estoques mundiais de peixes foram esgotados por anos de pesca excessiva e má gestão costeira, de acordo com um relatório do programa ambiental da ONU divulgado esta semana nas Filipinas.
“Muitas indústrias e negócios se beneficiariam diretamente de ecossistemas marinhos mais limpos e ecologicamente mais robustos”, disse Amina Mohammed, vice-diretora executiva do programa ambiental da ONU.
Enquanto a pesca excessiva reduz os estoques de peixe, a poluição pelo uso de fertilizantes demais também é um problema porque os fertilizantes acabam escoando para o mar, resultando num crescimento descontrolado de algas que sugam todo o oxigênio das águas, fazendo com que os peixes se ‘afoguem’.
Especialistas apontam que já existem em todo o mundo mais de 500 áreas com falta de oxigênio, ou zonas mortas, criadas desta maneira.



















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