Destaques desta edição:
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Saravah Soul: fusão de culturas e ritmos
Outros temas neste programa:
- Meio Ambiente
Países em desenvolvimento gastaram tanto quanto países ricos para desenvolver tecnologias de baixa emissão de carbono. Foi o que revelou um estudo divulgado esta semana pelo ex-economista do Banco Mundial, David Wheeler, que agora lidera a divisão de mudança climática do Center for Global Development.
A China, por exemplo, gastou 94 centavos de cada 10 mil dólares de renda média em energia limpa entre 1990 e 2008, enquanto os Estados Unidos gastaram 44 centavos de cada 10 mil dólares. Outros países industrializados juntos gastaram só um centavo a mais que suas contrapartes menos desenvolvidas.
Para o estudo, Wheeler examinou dados da Agência Internacional de Energia sobre 174 países e seus investimentos em seis fontes de energia de baixa emissão de carbono - hidroelétrica, geotermal, nuclear, biomassa, eólica e solar.
Wheeler diz que incluiu as opções de energia hidrelétrica e nuclear porque achou importante ter todas as fontes de energia que produzem pouca ou nenhuma emissão de carbono. Apesar dos riscos da energia nuclear, e dos danos ambientais que podem ser causados por grandes usinas hidrelétricas, ele argumenta que o clima estaria em condições muito piores se estas fontes não estivessem sendo usadas.
- Direitos Humanos
A Organização para Segurança e Cooperação na Europa criticou num novo relatório a crescente censura à liberdade na internet. A organização defende a internet com um direito humano e por isso a neutralidade na net seria essencial.
Eles constataram que a maioria dos países não tem leis específicas para proibir racismo, terrorismo, calúnia e pornografia infantil. A internet é regulada por leis válidas para todas as mídias, embora seja um meio muito diferente.
O relatório também afirma ser preocupante que 80% dos países pesquisados não tenham nenhuma regra para a neutralidade na net. Na Holanda, a neutralidade na net foi incluída na lei de telecomunicações no final de junho deste ano.
Por enquanto, a Finlândia é o único país no qual os cidadãos têm odireito à conexão de internet garantido por lei.
- Ciência
A Rússia lançou esta semana no espaço o Spektr-R, radiotelescópio planejado para ser o mais potente do mundo e o primeiro observatório do espaço profundo a ser lançado por Moscou em 25 anos.
O Spektr-R irá percorrer os recantos do universo procurando buracos negros, fontes misteriosas de quasar e também os remanescentes estelares de rotação mais rápida, conhecidos como pulsares, divulgou a agência espacial russa Roskosmos.
Com uma antena de 10 metros de diâmetro, os criadores do Spektr-R dizem que ele poderá produzir imagens com resolução 100 mil vezes maior que as do famoso telescópio norte-americano Hubble.
O novo telescópio vem marcar o retorno da Rússia à pesquisa e exploração do espaço profundo depois de anos de ausência.



















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