Destaques do Europa Mix de 02 de setembro de 2010:
Petróleo pode melhorar a vida dos sãotomenses
Ainda nas fraldas e já aprendendo no Babylab
Outros temas desta semana:
- Meio Ambiente
Entrou em vigor no dia primeiro de setembro a segunda fase da proibição de lâmpadas incandescentes na União Europeia. No ano passado, foram banidas as lâmpadas com mais de 100 watts e a partir deste mês está também proibida a venda de lâmpadas incandescentes acima de 75 watts.
A partir de 2012, o comércio de lâmpadas incandescentes será totalmente proibido na União Europeia.
Na Rússia, o ministro da Saúde divulgou esta semana que o índice de mortalidade aumentou 50% em Moscou durante a pior onda de calor já vivida pelo país. Esta foi a primeira confirmação oficial sobre o número mortes provocadas pelo calor anormal ocorrido no mês de julho.
As autoridades federais russas até agora tinham evitado dar detalhes sobre o número de mortos no país, embora um oficial moscovita já tivesse declarado que várias centenas de pessoas tinham morrido apenas na capital.
- Saúde
Óvulos no freezer para a maternidade tardia
A Associação Holandesa de Ginecologia está defendendo a ideia de que as mulheres congelem seus óvulos na juventude, mesmo que não tenham razões médicas para isso. O conselho é importante principalmente no caso de mulheres que venham a ter câncer e para as que decidirem ter filhos em idade avançada.
Atualmente, o congelamento de óvulos é padrão na Holanda para mulheres que corram risco de se tornar inférteis por tratamento de quimioterapia. Mas como o congelamento e posterior utilização de óvulos oferece poucos riscos, não há, segundo os ginecologistas, motivos para proibir o tratamento mesmo em casos em que não haja indicação médica.
As chances de ter uma criança com algum tipo de deficiência aumentam com a idade da mãe, no entanto, muitas mulheres têm adiado a primeira gravidez para depois dos 35 anos. Neste sentido, o congelamento de óvulos jovens e sadios seria um procedimento médico preventivo.
- Cultura
O ex-primeiro-ministro britânico, Tony Blair, lançou esta semana um livro de memórias no qual conta detalhes sobre sua década no poder. A autobiografia é dominada pelas duas guerras que precipitaram sua saída do governo em 2007: a mais conhecida, contra o ditador iraquiano Saddam Hussein, e outra, até agora mantida mais ou menos em sigilo, contra seu sucessor, Gordon Brown.
A leitura do livro, de 718 páginas, causa impacto pelo estilo direto, sem rodeios e rico em revelações, no qual Blair confessa uma queda pelas bebidas, nascida do estresse causado por sua rivalidade com Gordon Brown, que foi seu ministro das Finanças antes de sucedê-lo.
Blair classifica de "desastrosos" os três anos de Brown na liderança do governo e o responsabiliza pelo fracasso eleitoral do partido trabalhista nas eleições deste ano.
Gordon Brown, por enquanto, se absteve de qualquer comentário sobre o livro.
Stedelijk reabre temporariamente suas portas
Após seis anos em reforma, o Stedelijk Museum - Museu Municipal de Amsterdã - finalmente reabriu suas portas. Por enquanto, apenas a parte antiga do museu, que já está totalmente reformada, foi aberta aos visitantes. A nova ala, projetada pelo arquiteto Mels Crouwel, deverá ficar pronta daqui a um ano. Para ligar o prédio antigo ao novo, o museu fechará novamente em janeiro de 2011. Depois de tudo pronto, os dois edifícios formarão um complexo único com exposições contínuas.
'Taking Place', título da exposição em cartaz no momento, traz uma seleção de trabalhos de artistas contemporâneos, entre eles Rineke Dijkstra, Lawrence Weiner, William Leavitt e Morgan Fisher.
- Direitos Humanos
Quase um ano depois do massacre nas Filipinas, no qual dezenas de pessoas de um clã político foram assassinadas por cerca de 100 homems armados de um clã rival,os principais suspeitos continuam impunes.
Nesta semana os parentes das vítimas expressaram indignação após o julgamento de Andal Ampatuan Jr. e de 16 policiais acusados de fazerem parte da milícia particular de seu clã ser adiado.
O juiz Jocelyn Solis atendeu o pedido dos advogados de defesa dos réus e adiou a audiência por mais uma semana. A ONG Human Rights Watch está preocupada pelo fato dos parentes das vítimas continuarem a sofrer ameaças.
No massacre também morreram 22 jornalistas. A chacina é considerada o maior atentado a membros da mídia no mundo.



















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