O Europa Mix de 5 de agosto traz como destaques:
Religiosos celebram a Parada do Orgulho Gay
De Rembrandt ao barroco mineiro
Outros temas desta semana:
- Meio Ambiente
Ações internacionais para evitar as mudanças climáticas tendem a diminuir nos próximos dois anos, embora um novo relatório aponte que as últimas três décadas foram as mais quentes já registradas.
A recessão nos países industrializados pôs ênfase nos custos dos cortes de emissões de carbono, e as entidades de defesa do meio ambiente sofreram um enorme revés com o fracasso do acordo na Conferência do Clima, em Copenhague, em dezembro do ano passado.
O mercado global de energia renovável deve ter um pico em 2010 graças a subsídios pré-existentes, mas países como Estados Unidos e Austrália já confirmaram que haverá atrasos em seus programas de corte de emissões de carbono.
Uma companhia brasileira é acusada de matar 280.000 tubarões para o comércio de barbatanas. Uma ação no valor de 800 milhões de dólares está sendo movida contra a empresa Sigel do Brasil Comércio, Exportação e Importação.
De acordo com o Ibama, a pesca era feita no litoral norte brasileiro e depois as barbatanas eram enviadas ilegalmente para o comércio asiático em navios a partir de portos no Rio Grande do Sul.
Segundo Cristiano Pacheco, diretor do Instituto de Justiça Ambiental, não é possível calcular o valor dos danos, mas é possível calcular o impacto sobre o ecossistema. O tubarão está no topo da cadeia alimentar marinha e a morte de tantos predadores causará um efeito negativo na vida oceânica.
- Direitos Humanos
Água potável torna-se direito humano
Depois de 15 anos de debates, a Assembléia Geral da ONU declarou o acesso à água potável e instalações sanitárias como direitos humanos, graças à votação favorável de 122 países.
O documento reflete que 884 milhões de pessoas no mundo não têm acesso a água potável de qualidade e que mais de 2,6 bilhões não dispõem de instalações sanitárias básicas. Além disso, destaca que cerca de dois milhões de pessoas, a maioria crianças, morrem anualmente por enfermidades causadas pelo consumo de água não potável e pela falta de instalações sanitárias.
Com a resolução, os governos têm agora a obrigação legal de proteger, defender e velar pelo cumprimento desses direitos.












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