Amsterdã teve de se contentar em estar na posição de número 36 da lista das 50 melhores cidades para se estudar no mundo. Este é o resultado da primeira pesquisa relacionada à qualidade do ensino e vida estudantil em cidades com universidades. Paris fica em primeiro lugar, seguida de Londres, Boston e Melbourne.
Na pesquisa, a qualidade das cidades é medida de acordo com doze critérios, entre eles o nível da instituição de ensino, habitabilidade da cidade, o custo de vida e a reputação das universidades e escolas superiores junto aos empregadores.
No top 50 há vinte cidades européias. Os Estados Unidos é representado por nove cidades, bem como a Ásia. A América Latina tem quatro cidades no top 50, sendo que Buenos Aires é a melhor colocada (24), seguida por Cidade do México (31), Santiago (41) e São Paulo (45). O Cairo (48) é a única cidade do Oriente Médio que figura na lista.
A pesquisa foi realizada pelo escritório internacional QS, que também elabora anualmente uma lista das melhores universidades. De acordo com Annelou van Egmond, da Universidade de Amsterdã, essas listas são muito importantes para as universidades.
Ela está satisfeita com o 36º lugar na lista da QS. “É uma bonita pontuação. Além da informação sobre a qualidade de uma universidade, os estudantes também querem saber o que há para fazer fora do tempo em que passam na sala de aula. Nem todo estudante internacional pode viajar apenas para ver se uma cidade lhe agrada. Por isso a importância dessa lista, que com certeza pesa na hora de um estudante escolher onde vai estudar”.























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