“Aprecio que me chamem de escritora erótica, afirma a libanesa Joumana Haddad". Trata-se da primeira mulher do mundo árabe a publicar uma revista dedicada ao corpo humano.
Por Karima Idrissi e Jannie Schipper
Seus livros foram traduzidos em 23 línguas, incluindo o português. A jornalista, poeta e tradutora libanesa Joumanna Haddad (1970) combate os preconceitos que existem no mundo ocidental sobre a mulher árabe, mas também é crítica das limitações que as mesmas árabes se impõem a si mesmas.
Recentemente, seu livro 'Como eu matei Sherazade' foi traduzido para o holandês. A autora conversou com a Radio Nederland durante o Winternachten (noites de inverno), festival internacional de literatura, que acontece anualmente na cidade holandesa de Haia.
Sem compromissos
Sherazade é a personagem principal da obra literária 'As mil e uma noites'. Nela, a protagonista consegue evitar que o sinistro amo a mate após passarem uma noite juntos, o que aconteceu com muitas mulheres. Sherazade consegue escapar da morte narrando emocionantes histórias durante mil e uma noites.
Não há nada de errado nisso, não? Sim, acredita Haddad. “Sherazade parte do princípio de que as mulheres sempre precisam fechar compromissos para obter o que lhes é de direito, que devem negociar com uma contraparte poderosa, geralmente masculina. Esta ideia é coisa do passado. Esses direitos já são meus, não tenho que mendigá-los. Os exijo e os defendo, todos os dias da minha vida”.
Por isso Sherazade tem que morrer: para poder renascer. “Uma mulher não necessita suplicar, tem que ser consciente de sua própria força”.
Vergonha
E essa também é a razão para que Joumana Haddad seja a primeira mulher árabe a publicar uma revista erótica: Al-Jasad (O Corpo). É uma revista trimestral sobre arte, ciências e literatura sobre o corpo humano. “Atualmente é um grande tabu, mas na história, o mundo árabe se antecipou ao ocidente em desenvolver um enfoque natural sobre a sexualidade e corporalidade. Irrita-me que desde a infância nos doutrinem com a ideia de que temos de nos envergonhar do corpo”.
A revista não está destinada a um público específico. “Criei a revista para todos os homens e mulheres no mundo árabe que pensem como eu”. A jornalista acredita que o sentimento de vergonha é mais forte entre as mulheres do que entre os homens. “A mulher árabe acredita com frequência que não é dona do seu corpo, como se fosse um presentinho para o homem, e não como alguém que pode fazer o que ela quiser. Acho isso absurdo e ofensivo.”
Diferenças entre homem-mulher
Como as mulheres, os homens desempenham um importante papel na vida de Haddad. “Para mim, o homem é um companheiro e amigo, alguém que me complementa. Não tenho que ser como um homem: estou feliz com as diferenças. Mas cuido para que não seja tratada como um acessório”.























VOU TOMAR UM BANHO TA FICA AI
KO KO KO KO
JA VOUTO TA
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tomare que aparesa ne prima
TE AMUUUUUUUUUUUUU
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
E MESMOOOOO
NE
ah,ah,ah,ah,ha,ha,ha,
prima eu tenho 16 aninhos
e to a precura da um amor
da minha vida mais nao parese
mue CELULAR:9394-6652 que tive interesado me liga liga liga bjbjbjbjbj
oi qual e a bouaaa aiii
meu orkut:TAMIRES@GATA.COM
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QUALQUER COISA SO IR NO MEU MSN E vanessa@vip.com ok ok ok ok ok ok
vai la talvez eu possa fala com voces OK OK OK OK OK OK ...... A INDA TO AQUI TA PESSOAL
isso
e muito
legal
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tbm acho ne amiguinha
FALA AIIIII
GENTEEEEEEEEE
COMO FOI
O CARNAVAL?????????????
DE VOCES AIIIIIIIIIIIII
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