Pela primeira vez desde 2002 os países da União Europeia deram menos dinheiro à ajuda ao desenvolvimento. Quatorze países-membros diminuíram seu apoio financeiro. A Grécia e a Espanha foram os que fizeram cortes mais drásticos em seu orçamento. Com isso, a quantia que os 27 países-membros da UE destinam anualmente a países em desenvolvimento diminuiu em 1,5%, ficando em 50,86 bilhões de euros. São dados da organização ONE num relatório sobre 2011.
Itália e Alemanha deram mais dinheiro à ajuda ao desenvolvimento, mas menos do que haviam proposto. O mesmo aconteceu com França, Suécia e Holanda.
A ONE é uma organização fundada pelo cantor Bono, da banda U2. O diretor da ONE na Europa, Adrian Lovett, disse durante a apresentação do relatório que os cortes na ajuda ao desenvolvimento não ajudarão a Europa a sair da crise econômica. "Ajuda ao desenvolvimento é acessível, também para a Europa. Salvar bancos custa muito mais do que ajudar países em desenvolvimento. Mas os líderes europeus têm que mostrar vontade política”, salientou Lovett.
Na União Europeia, ainda são válidos os acordos concretos. Em 2015, 0,7% do PIB deve ir para a ajuda ao desenvolvimento. Mas muitos países não conseguirão fazer isso. Entre outros, Grécia e Espanha, ambos atingidos fortemente pela crise, diminuíram muito seu orçamento em 2010 e 2011. Particularmente a África está sendo prejudicada com estes cortes.
Em 2011, a Holanda foi um dos poucos países da UE que alcançou a percentagem de 0,7%. Resta saber se isso continuará. Assim como em outros países, a ajuda ao desenvolvimento está em discussão na Holanda. O partido liberal VVD, atualmente no governo, quer há anos diminuir o dinheiro destinado à ajuda ao desenvolvimento e pediu em meados de junho um corte de 3 bilhões de euros. Com isso, 1,4 bilhão iria para a ajuda ao desenvolvimento, em vez de 4 bilhões de euros.
Segundo Lovett, a ajuda a outros países tornou-se mais eficaz nos últimos tempos, “por exemplo, pelo trabalho conjunto com fundos nacionais”. A Holanda, neste aspecto, não vai mal, de acordo com o relatório. Em comparação à média europeia, a Holanda é um pouco mais fechada e menos eficiente com relação a para onde este dinheiro vai. O país também não controla muito bem a maneira como o dinheiro é aplicado.














kaleu disse:Vou repetir um cmnoete1rio que fiz no tf3pico pergustas e respostas, aqui talves seja mais adequado.________________________________________________________Cor Tau disse:29 de julho de 2010 e0s 5:14Francisco AMX….Hornet…….Giordani RS…Robson Br……..Caipira…..Cle1udio……..kaleu……“Many a night I saw the Pleiads, rising through the mellow shade,Glitter like a swarm of fire-flies tangled in a silver braid.” Lord Tennyson_______________________________________________________Desculpe a ignore2ncia COR TAU, pore9m ne3o entendi bulhufas do acima me parece uma discue7e3o sobre o efeito cf3smico no gosto da batatinha frita do Mc Donaldb4s Sobre a autonomia do Rafale Como bem disse o Poggio a Dassault ne3o tre1s informae7f5es consistentes fala em 1850 km raio de combate, entretanto ne3o menciona a configurae7e3o, sabemos que existem duas confg. para operar full 3 tanques sub-alares de 2000 kg (GIGANTES), que comprometem seriamente o RCS da aeronave ou 5 tanques de 1250kg que comprometem a capacidade de armamentos ente3o e9 isso !Outro fator para se analisar, em comparae7e3o com o Gripen, e9 a queste3o do duplo reator que diminue a capacidade interna de combustedvel e paralelemente consome em dobro o que nos permite concluir que e9 muito prove1vel que o Gripen tem uma melhor relae7e3o capacidade de carga X autonomia operativa meus 2 cents abckaleu
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