Se depender de duas brasileiras, borboletas, pássaros e flores estarão enfeitando a cabeça das mulheres que nesse 30 de abril visitarem a festa do Dia da Rainha em Amsterdã.
A Fulô de Pano, que existe há um ano, é a marca das bolsas e acessórios femininos confeccionados artesanalmente por Kaly Ane van Diepen e Leuda Pinheiro Amorim, duas cearenses que se conheceram na capital holandesa. Além do estado-natal, as nordestinas tinham também em comum o desejo de utilizar a criatividade que possuíam mas nunca haviam antes utilizado.
No ano passado, quando estavam se preparando para lançar a primeira coleção de bolsas e acessórios, Kaly e Leuda tiveram a ideia de expor suas mercadorias no Dia da Rainha. Nesse dia, é permitido vender qualquer tipo de produto nas ruas holandesas. “Seria como um termômetro para medir como nossas criações seriam aceitas pelo público”.
Para atrair os clientes, pensaram em criar algo que tivesse a ver com o Dia da Rainha. Leuda sugeriu fazerem algo para a cabeça, usando a cor da família real holandesa, o laranja. “A gente fez tiaras enfeitadas com feltros, flores e véus. Graças aos casquetes do Dia da Rainha tivemos a oportunidade de conquistar clientes não apenas da Holanda, mas também do Brasil, China, Japão, Espanha e Itália.
Em 2009, Os cerca de 20 casquetes que serviriam apenas como chamariz para os demais produtos foram vendidos em uma hora. Para 2010, Leuda e Kaly decidiram investir mais nas casquetes laranjas: confeccionaram manualmente mais de 60 peças para a festa holandesa.
O sucesso dos produtos Fulô de Pano, no entanto, não significa lucros altos: “Eu sempre pergunto a Leuda: a Fulô de Pano é o nosso negócio ou o nosso hobby?”, conta Kaly, que imigrou para a Holanda porque casou-se com um holandês. “O nosso lucro é mínimo, mas a nossa satisfação é máxima. Foi a forma que encontrei de me ocupar, foi uma oportunidade de descobrir que posso usar minha criatividade.”
Leuda, que também imigrou para viver com o marido holandês, tem a mesma opinião: “Foi uma forma de usar a minha criatividade, a arte que sei fazer. No meu coração, a Fulô de Pano preenche uma parte da solidão e da saudade que tenho do Brasil.”
Dia da Rainha 2009 rende material para casquetes
Cerca de 80% do material utilizado para confeccionar os casquetes é reciclado, conforme conta Kaly:
"No ano passado, andamos pelas ruas de Amsterdã logo após a festa do Dia da Rainha. Leuda e o marido viram uma pessoa se desfazendo de uma quantidade enorme de macacões de TNT (tecido não tecido). A pessoa os autorizou a pegar e os guardamos durante um ano sem saber o que fazer com eles. Somente um mês antes do Dia da Rainha, quando surgiu a ideia dos casquetes, é que decidimos reutilizar esses macacões."
O expositor de casquetes também é reciclado. Leuda encontrou a moldura de um quadro no lixo e simplesmente o cobriu com papel de parede.
As criadoras da Fulô de Pano estarão vendendo seus produtos em um dos canais mais movimentados durante a festa, o Prinsengracht.






























muito bom essa materia parabens e muito sucesso e o que desejamos para voces duas torcemos por voce beijos e continuem esse trabalho tao bonito a fulo de pano ja e sucesso
Obrigada pelo comentário, Davis!
tudo parece muito bonito e maravilhosos para essa brasileirraaas na holanda, pelo que eu sei na holanda existem um tremendo bacanal de mulheres brasileiras se prostituido e sendo escrava sexual, e o principal porto de embarque o é o suriname , mulheres vem do PARA para capital do suriname PARAMARIBO, pois preferem as brasileiras porque não é nessessario vista de endtrada na HOLANDA ATENÇAO POLICIA FEDERAL FIQUE DE OLHO NISSO
Marcos,
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